Seja maldita a arma
a munição e o estampido
malditas as mãos
que fazem e que seguram
e apontam contra vida
maldito seja este poema
que me envergonha
e escorre uma lágrima de fogo.
Marcilio Reinaux Marcilio Reinaux* | Recife, 04/02/1989 Conheci Orlando Cordeiro pelos idos de 1945, ano do final da Segunda Guerra Mundial...
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