domingo, 3 de maio de 2026

Dia da Imprensa

João Marques dos Santos

João Marques | Garanhuns

Imprensa são os olhos do mundo voltados para acompanhar a natureza e a convivência dos homens. Tivemos, no passado bom, um melhor e  mais atuante jornalismo. Louve-se e seja lembrado um Humberto de Moraes, em Garanhuns. Atualmente, a Imprensa presta ainda um grande serviço de informação, mas comprometido infelizmente com o sensacionalismo da violência e dos acontecimentos nefastos. Restritas são as boas notícias e a divulgação dos favorecimentos da vida. São esquecidos os homens de bem, as melhores iniciativas, para ter lugar nos noticiários os nomes dos bandidos, e as perturbações da sociedade.

O que começa

João Marques dos Santos

João Marques* | Garanhuns

Começa o domingo, com o dia especial do ano, o primeiro. Uma concessão do tempo às necessidades humanas. O novo! Assim, o antigo se reveste de aspecto novo. Embora seja o sapato o mesmo, com o piso gasto, há intencionalmente um verniz novo, que fortalece.

O que é novo tem alma tenra. E a vivência constante se ressente de inovação. É interessante como o homem festeja a chegada do ano novo. Fogos, abraços, desejos de felicidade. A alegria é no interior do ser. Na alma, que expressa uma esperança grande, com os brios de comemoração. O novo é sempre bem vindo... Enquanto o planeta dá mais um giro, o homem se desprende do chão e de si próprio, e comete uma volta maior, a nível das estrelas. É de se festejar esse sonho, com o desejo de mais 365 giros mágicos... Uma grande ventura certamente, e uma grande incursão no que se possa compreender como infinito.

*João Marques dos Santos, natural de Garanhuns, onde sempre residiu, é poeta, contista, cronista e compositor.  Teve diversas funções nas atividades culturais da cidade: foi Presidente da Academia de Letras de Garanhuns, durante 18 anos, Diretor de Cultura do Município e, atualmente, é presidente da Academia dos Amigos de Garanhuns - AMIGA. Compôs, letra e música, o Hino de Garanhuns. Mantém, desde 1995, o jornal de cultura O Século. Publicou quatro livros de poesia: Temas de Garanhuns, Partições do Silêncio, Messes do azul e Barro.

O outro do outro

João Marques dos Santos

João Marques* | Garanhuns

Amanhã é outro dia. Hoje não é ontem. Nada se repete, igualmente. A renovação é constante. O universo já não é mais igual ao último que o cientista observou, de cá, e fez as suas avaliações. Eu, como posso, já não sou o mesmo de antes. Não me perpetuem, na mesma forma que fui. Os meus defeitos, os maiores, não são mais. E procuro livrar-me dos menores. Me perdoem o passado, sou um homem renovado. Acredito na eternidade, e estarei sempre buscando caminhar com a renovação do mundo.

*João Marques dos Santos, natural de Garanhuns, onde sempre residiu, é poeta, contista, cronista e compositor.  Teve diversas funções nas atividades culturais da cidade: foi Presidente da Academia de Letras de Garanhuns, durante 18 anos, Diretor de Cultura do Município e, atualmente, é presidente da Academia dos Amigos de Garanhuns - AMIGA. Compôs, letra e música, o Hino de Garanhuns. Mantém, desde 1995, o jornal de cultura O Século. Publicou quatro livros de poesia: Temas de Garanhuns, Partições do Silêncio, Messes do azul e Barro.

Libertação

João Marques dos Santos

João Marques* | Garanhuns

Domingo! Trinta de Outubro de 2022, Santo dia do Brasil! A libertação será hoje proclamada nas urnas. E se dirá SIM ao maior presidente da história, do passado e do futuro, que passa em definitivo para a admiração do mundo. Garanhuns, de seus filhos, alcança o mais ilustre e representativo. E, assim, um homem saído do povo se torna o maior representante da gente pobre e sofredora. LULA será sempre a palavra que se inscreve na bandeira da luta e da libertação do povo. Abraço os amigos que se empenharam nessa campanha vitoriosa!

*João Marques dos Santos, natural de Garanhuns, onde sempre residiu, é poeta, contista, cronista e compositor.  Teve diversas funções nas atividades culturais da cidade: foi Presidente da Academia de Letras de Garanhuns, durante 18 anos, Diretor de Cultura do Município e, atualmente, é presidente da Academia dos Amigos de Garanhuns - AMIGA. Compôs, letra e música, o Hino de Garanhuns. Mantém, desde 1995, o jornal de cultura O Século. Publicou quatro livros de poesia: Temas de Garanhuns, Partições do Silêncio, Messes do azul e Barro.

Vitalidade

João Marques dos Santos

João Marques* | Garanhuns

O corpo, como ser da natureza, é um ente que precisa de constante revigoramento. Alimentos, água e ar. Luz, calor e frio. São necessidades propriamente biológicas. O ser completo, da criação, precisa também do intelecto, ou da alma, ou do sentimento, ou da racionalidade. O que se pode determinar como domínios do espírito. E esse espírito necessita igualmente de vigor. Seu aprimoramento depende de exercício constante dos bons pensamentos, das boas ações, da fomentação das virtudes. O perdão, a tolerância, o empenho em participar da vida dos outros, ajudando. Daí, o ideal: uma mente sã num corpo são, como ensina a sabedoria.

*João Marques dos Santos, natural de Garanhuns, onde sempre residiu, é poeta, contista, cronista e compositor.  Teve diversas funções nas atividades culturais da cidade: foi Presidente da Academia de Letras de Garanhuns, durante 18 anos, Diretor de Cultura do Município e, atualmente, é presidente da Academia dos Amigos de Garanhuns - AMIGA. Compôs, letra e música, o Hino de Garanhuns. Mantém, desde 1995, o jornal de cultura O Século. Publicou quatro livros de poesia: Temas de Garanhuns, Partições do Silêncio, Messes do azul e Barro.

O sentido da vida

João Marques dos Santos

João Marques* | Garanhuns

A vida é o mundo, pensa-se! Os acontecimentos vêm e passam. E a condução do tempo dá-nos a rotina. Estudar, casar, comprar uma casa, o emprego, o negócio, a viagem, a família, os amigos, a religião por tradição, e tudo que vai passando. Até que, na grande tarde, começa-se a pensar que a vida não é só isso. Não é apenas o mundo. Há de haver um sentido, uma finalidade mais sutil e verdadeira. E se busca dentro de si mesmo a resposta. E se abstrai o tempo, a idade, o próprio mundo que acontece... Não raro, se descobre que a vida verdadeira esteve todo os anos ao lado. Não a percebemos, ocupados com o mundo. E que, embora tardio, há ainda como se voltar para ela, valorizando o que não passa nem acaba. O que permanece em qualquer lugar e a qualquer tempo.

*João Marques dos Santos, natural de Garanhuns, onde sempre residiu, é poeta, contista, cronista e compositor.  Teve diversas funções nas atividades culturais da cidade: foi Presidente da Academia de Letras de Garanhuns, durante 18 anos, Diretor de Cultura do Município e, atualmente, é presidente da Academia dos Amigos de Garanhuns - AMIGA. Compôs, letra e música, o Hino de Garanhuns. Mantém, desde 1995, o jornal de cultura O Século. Publicou quatro livros de poesia: Temas de Garanhuns, Partições do Silêncio, Messes do azul e Barro.

As lembranças

João Marques dos Santos

João Marques* | Garanhuns

As lembranças participam do tempo presente. Ninguém deixa de lembrar e de sonhar. Tudo o que acontece fica guardado na mente, como um livro de muitas páginas. Lembrar mais ou lembrar menos, querer lembrar é condição de quem mais se importa com a vida, sem tirá-la do tempo passado. E é do equilíbrio humano pensar e lembrar do que foi... isso proporciona emoção e motivação para continuar vivendo. É de tal importância e significado lembrar, que me conforta saber que nunca acabarão as lembranças. Pode a mente se distanciar ou esquecer, mas guardará de alguma forma as imagens dos acontecimentos passados. Se não ficarem presentes no cérebro, não são apagadas da alma ou espírito. E, assim, as lembranças todas são vertidas para a existência eterna. Nada se acaba. O pensamento, ou a atividade mental são eternos. Ou de que se manteria o espírito vivo?

*João Marques dos Santos, natural de Garanhuns, onde sempre residiu, é poeta, contista, cronista e compositor.  Teve diversas funções nas atividades culturais da cidade: foi Presidente da Academia de Letras de Garanhuns, durante 18 anos, Diretor de Cultura do Município e, atualmente, é presidente da Academia dos Amigos de Garanhuns - AMIGA. Compôs, letra e música, o Hino de Garanhuns. Mantém, desde 1995, o jornal de cultura O Século. Publicou quatro livros de poesia: Temas de Garanhuns, Partições do Silêncio, Messes do azul e Barro.

Quando...

João Marques dos Santos

João Marques* | Garanhuns

Quando você estiver alegre, sorrindo com a vida, sorria por tudo... Saiba que vive um momento de bênção! Principalmente, em sua juventude. Lembre-se de que, no tempo, há os que choram as agruras da existência. Sorria, então, por você e por quem conhece ou não. Sorria, com a sua alegria de hoje, porque virá certamente o tempo de sua dor, também. No mundo, todos são passíveis das benesses e dos males. O dia de amanhã é desconhecido, e o tempo de sofrimento surpreende, sempre. Engano é se admitir que o que é indesejável acontece só com os outros. A prudência pode ajudar, mas não impede que possam acontecer males, nas mais intensas formas.

Portanto, quando estiver festivo com a vida, faça-o com sobriedade! Em algum lugar, com certeza, padecem pessoas como você, dos mesmos caracteres humanos, costumes e sentimentos. E saiba que a dor prevalece no planeta... Em certas pessoas, e em toda vida, pode dominarem os prazeres. Em outras, é a dor, em diversas formas. Contudo, a dor e a alegria são necessárias, para equilíbrio da vida. Na criação, tudo tem uma razão de ser. E tudo é em função da vida, em seu sentido pleno.

Salve, 1 de janeiro de 2024.

*João Marques dos Santos, natural de Garanhuns, onde sempre residiu, é poeta, contista, cronista e compositor.  Teve diversas funções nas atividades culturais da cidade: foi Presidente da Academia de Letras de Garanhuns, durante 18 anos, Diretor de Cultura do Município e, atualmente, é presidente da Academia dos Amigos de Garanhuns - AMIGA. Compôs, letra e música, o Hino de Garanhuns. Mantém, desde 1995, o jornal de cultura O Século. Publicou quatro livros de poesia: Temas de Garanhuns, Partições do Silêncio, Messes do azul e Barro.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Passarinho aprisionado - Paulo de Melo

 Produção Musical: Beto Viola e Deir

Composição: Paulo de Melo

Paulo Dácio de Melo é poeta, cantor, escritor, cronista, repentista e um defensor da natureza.

Tendo escrito seu primeiro livro poético intitulado “O Respaldo do Progresso" em   2017 . Paulo afirma com bom humor: “O segundo melhor livro do mundo, o primeiro é o do meu professor”. Em 2018 escreveu o segundo livro "Fragmentos" e gravou seu primeiro CD de poesias no mesmo período, também intitulado “Fragmentos”.

Paulo de Melo é proprietário de uma sementeira trabalhando com árvores frutíferas, a exemplo da jaca enxertada, Flores do Deserto, Sumaúma e Baobás, entre outras raridades. Seu objetivo é reflorestar e reparar os danos à natureza por conta do progresso e do mau uso das pessoas. Este tema é o que o inspira a construir suas poesias, crônicas e discursos literários.

Nasceu em Palmeirina, Pernambuco e se criou em Saloá ao lado de cachoeiras e matas. Teve também agregado em sua experiência de vida, passagens em outros estados do país e até mesmo no exterior.

domingo, 26 de abril de 2026

Os 200 Zé da Cidade de Lajedo - Pernambuco


Wilson China  / 2014

Resolvi fazer pesquisa
Só pra ver como é que é
Descobri que em Lajedo
Tem um punhado de Zé
Alguns que já morreram
E outros que estão de pé.

Contrariando a música
E fazendo meu banzé
Mostro pra todo mundo
E não é coisa qualquer
Que não é só na Paraíba
Que existe tanto Zé.

Meu Lajedo Querido
Por si mostras o que és
Grande celeiro de artistas
Poetas e menestréis.
Agora eu peço licença
Para falar dos seus Zés.

Veja só o resultado
Queiram me acompanhar
Pesquisei e perguntei
Ao povo deste lugar
Vou mostrar neste Cordel
Quanto Zé eu vou falar.

Zé Vicente e Zé do Talho
Zé Gaguinho forrozeiro
Zé Pelado, Zé Macambira
E também Zé Borracheiro
Zé Panela e Zé Bispo
Zé da Beata e Zé Celeiro.

Dr. Zé Alberto é dentista
Tem Zé Branco e Zé Preto
Zé esteves cantador
Que cantava no coreto
Zé Cajú e o Zé Dino
Zé Mulher e Zé Galeto.

Zé de Bia, Zé do Carmo
Zé Cocada e Zé Crispim
Zé do Bode e Zé Mané
Zé Gato e Zé Fumim
Zé Pangola e Zé Izidio
E Zé de seu Joaquim.

Zé Pedro pai de Adeilzo
Zé Braguinha e Zé de Nuta
Zé Merquire era meu pai
Que não fugia da luta
Zé Arnaldo é metalúrgico
E seu Zé que vende fruta.

Zelito e Zé Mário de Lelé
Zé Mochila e Zé Pretinho
Zé Cosme e Zé Baixinho.

Zequinha do cachorro quente
Zé Braúna e Zé de Tião
Lembrei de Zezé do Cartório
Zezinho de João Jordão
Saudoso Zé da Madalena
Na sanfona um campeão.

Zé de Basto e Zé Leite
E Zezinho Cozinheiro
Zé Aurélio da COHAB
Zé Dentista e Zé Pedreiro
Zé Maria de Iza
Zé Ita e Zé Fogueteiro.

Seu Zé do Mungunzá
Zé Bento comerciante
Zé Amaral de Salobro
Zé Lima foi estudante
Zé Papa Vento pedreiro
Zé Piaba ambulante.

Zé Baixinho da Caçamba
Zé de Sátiro pipoqueiro
Zé Bimbau e Zé celer
Zé Cosme foi fazendeiro
Zé Belo ex-vereador
Zé Vital era Bicheiro.

Zé Laurindo e Zé de Juca
Zé Daniel foi Padeiro
Zé de Sales Escriturário
Zé Rocha faz fogareiro
Zé Burgos foi político
Zé Maria do Candeeiro.

Zé Candeia e Zé bigode
Zé de Rafael pedreiro
Zé do Saco é motorista
Zé Coelho é bodegueiro
Seu Zezé da padaria
E Zezinho cachaceiro.

Zé Lacerda e Zé Matuto
Zé de Júlio e Zé de Jarino
Zé Antonio de Tungueira
Zé Crisostomo e Zé Menino
Zé Corujão e Zé da Pedra
Zé Roberto e Zé Quirino.

Zé Nicolau e Zé de Psiu
Seu Zé Deca da oficina
Zé Inácio e Zé das Máquinas
E também Zé de Porcina
Zé de Quitério e Zé Crente
Zé do Grude contamina.

E o Zezinho de Baiano
Escreve verso popular
Zé Rosa que foi eleito
Pra Lajedo governar
Zé Mariano ainda é
Músico deste lugar.

Zé da Jega poda árvore
Zé Nivaldo é professor
Zé Pretinho e Zé Caetano
Zé Calça Feita vendedor
Zé Homem da COMPESA
Zé Chico e Zé de Chicor.

Zé Pereira da Madalena
Zé da Água Zabumbeiro
Zé Gago hoje té cego
E continua maloqueiro
Zé Rufino do moinho
Zé do Foto e Zé Ribeiro.

Zé Tostão, Zé Caxaramba
Zezinho Carioca e Zé do Ouro
Zé Nonato foi prefeito
Nas urnas deu um estouro
Zé do Gorro e Zé do Gás
Zé Viana e Zé de Louro.

Zezinho do Olha D'água
Zé Paulo que é cantor
Zé Rocha e Zé de Pai
Zé Luiz e Zé Pastor.
Zé Braga e Zé Jordão
Zé de Holanda tocador.

Zé de Dona Nêga e Zé Brás
Zé de Afrânio e Zé Senhor
Zé de Jonas Motorista
Zé de Lima professor
Zé Coco do Ônibus
Zé Maria ex-vereador.

Zé Cordeiro da Gráfica
Zé carlos Relojoeiro
Zé de Zulmira e Zé Boi
Zé Bispo e Zé Barbeiro
Zé Correia e Zé Tomaz
E Zé de Chico Funileiro.

Zé de Tereza e Zé Galego
Zé Monteiro da vidraçaria
Zé de Zito e Zé de Zulmira
Zé Vicente e Zé de Lia
Zé de Ginu Zé de Chianca
Zé Berto e Zé Anania.

Zé Antonio que é maestro
Zé Carro da serraria
Zé Preto de Dedé Mofado
No Olho d'água tem Zé Maria
O mestre Zezinho Carpinteiro
Zé Cabeleira e Zé Vigia.

Zé Trupé e Zé Cambista
Zé Luiz e Zé Pintor
Zezé Perna de Alicate
Era atleta amador
Zé Onofre pai de Berto
Zé Duda e Zé Doutor.

Zé Alberto de Peinha
Na CELPE tinha Zé Cancão
Zé Felix era pifeiro
O melhor da região
Seu Zequinha alfaiate
Me lembrei de Zé Fofão.

Seu Zé das Bicicletas
Zé Liar e Zé lambreta
Zé Auri e Zé Pencor
Zé Maria de Riqueta
Zé de Noza e Zé Neco
Zé de Lôzo e Zé Perneta.

Zé de Pedrinho taxista
Zé que vende Coentro
Zé Aureliano pedreiro
Zé trocador de Jumento
Zezé de Cirilo e Zé Pindoba
E chegou Zé Passo Lento.

Zé Clovis de Chico Doido
Zé Aluízio "Perninha santa"
Zé Milton é Seresteiro
Sua voz nos encanta
Zé de Lulu, Zé Anastácio
Zé Cambista e Zé Panta.

Zezinho Lauça e Zé Lêdo
Zé Mucica carreteito
Em frente ao Industrial
Morou Zequinha Salgueiro
Zeca Ferreira conserta rádio
Zé Ivo que é motoqueiro.

Falei em mais de 200 Zé
Escrevi de forma correta
Seu Zé Paulo Barbosa
É nome de poeta
Além de ser escritor
Fazia a rima correta.

Nunca pensei que na vida
Tanto Zé eu conhecia
E junta-los em um Cordel
Pensei que não conseguia
Quanto mais Zé eu lembrava
Mas outra Zé me aparecia.

Acredito que em versos
Eu fiz a coisa direito
Perdoe-me se deixei algum
De fora deste folheto
Mas todos que eu falei
Merecem nosso respeito.

Que Deus abençoe o Zé
Do sítio ou da cidade
Letrado ou analfabeto
Pois todos tem capacidade
De viverem muito felizes
Até com uma tenra idade.

Pra mim foi uma alegria
Escrever este Cordel
Memorizei os nomes
Decorar é meu papel
Pra eles e seus familiares
Eu tiro o meu Chapéu.

O nome Zé é Bonito
Mas tem gente que não quer
Eu me chamo Wilson China
Minha mãe quase bota Zé
Até o pai adotivo de cristo
Tem o apelido de Zé.

Wirge! Com tanto Zé
Isso até parece praga
Lajedo é cheio de Zé
Somente o tempo apaga
Ontem falei com Zé Augusto
No mercado de Zé Chaga.

Finalizando o Cordel
Encontro de tanto Zé
Isso foi satisfatório
Tudo fiz com muita fé
O Cordel ficou bonito
Sobrou Zé pra ser escrito
Ave Maria! Quanto ZÉ.

sábado, 25 de abril de 2026

ÁLBUM DE ANCHIETA GUEIROS











Cristiane (prima), Anchieta e Montini


Anchieta e Montini














Ulisses Viana e Anchieta 


Anchieta e primos no Sítio Gameleira






"Sem ódio e sem medo" - Anchieta e Montini, campanha de Marcos Freire ao Senado em 1974. Em pleno Regime Militar Freire vence o pleito para o Senado disputando contra o candidato do partido da repressão











Capela do Colégio Diocesano de Garanhuns - Professora Maria Elisabete Miranda, Monsenhor Adelmar da Mota Valença, Montini e Anchieta. Celebração da Primeira Comunhão no ano 1978

Montini e Anchieta 



Montini e Anchieta




Montini, Anchieta, Silene, Simone e Ulisses Viana (Pai)




Anchieta e Marcos Antônio (Primo). Parque Ruber van
der Linden (Pau Pombo) Garanhuns em 1978




Álbum produzido e organizado por Ulisses Viana de Barros Neto (In Memoriam) e Luzia Gueiros de Barros Viana (Pais de Anchieta Gueiros)

José de Anchieta Gueiros Viana de Barros é agricultor, jornalista DRT 6372/PE, historiador e blogueiro. Nasceu no Sítio João XXIII (Mamoeiro), Brejão, Pernambuco, em 28 de setembro de 1969. Filho de Ulisses Viana de Barros Neto e Luzia Gueiros de Barros. Neto de Luiz de Barros Silva (Lulu), Maria de Barros Silva, Heronides Gueiros de Barros e Maria Pinto de Barros. Bisneto de Raimunda Teles Teixeira (Novinha), Plácido Pinto Teixeira, Manoel Euclides de Barros (Mané de Né), Maria Tenório de Barros (Lica), Ulisses Viana de Barros, Amélia Joventina Guimarães, José Gueiros (Zé Laurentino) e Cordulina de Barros (Cocó). Trineto de Laurentino Gueiros da Silva, Inácia Firmina de Carvalho, Manoel de Barros Silva Né (Tenente da Guarda Nacional), Inácia Padilha de Barros, Antônio Herculano de Barros e Laurinda Tenório de Jesus. Em 2010 resolve criar este blog e através dele resgatar e postar matérias sobre nossa memória. Em julho de 2013 tem o prazer de receber o “Troféu Mauro Souza Lima” que é uma comenda dedicada às pessoas que trabalham voluntariamente em prol de uma sociedade mais justa e humana. Ex-presidente do Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns - (IHGCG), e faz parte da Academia Aberta de Letras e Artes do Agreste. (ALAM).

Dia da Imprensa

João Marques | Garanhuns Imprensa são os olhos do mundo voltados para acompanhar a natureza e a convivência dos homens. Tivemos, no passado ...