Imprensa são os olhos do mundo voltados para acompanhar a natureza e a convivência dos homens. Tivemos, no passado bom, um melhor e mais atuante jornalismo. Louve-se e seja lembrado um Humberto de Moraes, em Garanhuns. Atualmente, a Imprensa presta ainda um grande serviço de informação, mas comprometido infelizmente com o sensacionalismo da violência e dos acontecimentos nefastos. Restritas são as boas notícias e a divulgação dos favorecimentos da vida. São esquecidos os homens de bem, as melhores iniciativas, para ter lugar nos noticiários os nomes dos bandidos, e as perturbações da sociedade.
domingo, 3 de maio de 2026
O que começa
Começa o domingo, com o dia especial do ano, o primeiro. Uma concessão do tempo às necessidades humanas. O novo! Assim, o antigo se reveste de aspecto novo. Embora seja o sapato o mesmo, com o piso gasto, há intencionalmente um verniz novo, que fortalece.
O que é novo tem alma tenra. E a vivência constante se ressente de inovação. É interessante como o homem festeja a chegada do ano novo. Fogos, abraços, desejos de felicidade. A alegria é no interior do ser. Na alma, que expressa uma esperança grande, com os brios de comemoração. O novo é sempre bem vindo... Enquanto o planeta dá mais um giro, o homem se desprende do chão e de si próprio, e comete uma volta maior, a nível das estrelas. É de se festejar esse sonho, com o desejo de mais 365 giros mágicos... Uma grande ventura certamente, e uma grande incursão no que se possa compreender como infinito.
*João Marques dos Santos, natural de Garanhuns, onde sempre residiu, é poeta, contista, cronista e compositor. Teve diversas funções nas atividades culturais da cidade: foi Presidente da Academia de Letras de Garanhuns, durante 18 anos, Diretor de Cultura do Município e, atualmente, é presidente da Academia dos Amigos de Garanhuns - AMIGA. Compôs, letra e música, o Hino de Garanhuns. Mantém, desde 1995, o jornal de cultura O Século. Publicou quatro livros de poesia: Temas de Garanhuns, Partições do Silêncio, Messes do azul e Barro.
O outro do outro
Amanhã é outro dia. Hoje não é ontem. Nada se repete, igualmente. A renovação é constante. O universo já não é mais igual ao último que o cientista observou, de cá, e fez as suas avaliações. Eu, como posso, já não sou o mesmo de antes. Não me perpetuem, na mesma forma que fui. Os meus defeitos, os maiores, não são mais. E procuro livrar-me dos menores. Me perdoem o passado, sou um homem renovado. Acredito na eternidade, e estarei sempre buscando caminhar com a renovação do mundo.
*João Marques dos Santos, natural de Garanhuns, onde sempre residiu, é poeta, contista, cronista e compositor. Teve diversas funções nas atividades culturais da cidade: foi Presidente da Academia de Letras de Garanhuns, durante 18 anos, Diretor de Cultura do Município e, atualmente, é presidente da Academia dos Amigos de Garanhuns - AMIGA. Compôs, letra e música, o Hino de Garanhuns. Mantém, desde 1995, o jornal de cultura O Século. Publicou quatro livros de poesia: Temas de Garanhuns, Partições do Silêncio, Messes do azul e Barro.
Libertação
Domingo! Trinta de Outubro de 2022, Santo dia do Brasil! A libertação será hoje proclamada nas urnas. E se dirá SIM ao maior presidente da história, do passado e do futuro, que passa em definitivo para a admiração do mundo. Garanhuns, de seus filhos, alcança o mais ilustre e representativo. E, assim, um homem saído do povo se torna o maior representante da gente pobre e sofredora. LULA será sempre a palavra que se inscreve na bandeira da luta e da libertação do povo. Abraço os amigos que se empenharam nessa campanha vitoriosa!
*João Marques dos Santos, natural de Garanhuns, onde sempre residiu, é poeta, contista, cronista e compositor. Teve diversas funções nas atividades culturais da cidade: foi Presidente da Academia de Letras de Garanhuns, durante 18 anos, Diretor de Cultura do Município e, atualmente, é presidente da Academia dos Amigos de Garanhuns - AMIGA. Compôs, letra e música, o Hino de Garanhuns. Mantém, desde 1995, o jornal de cultura O Século. Publicou quatro livros de poesia: Temas de Garanhuns, Partições do Silêncio, Messes do azul e Barro.
Vitalidade
João Marques* | Garanhuns
O corpo, como ser da natureza, é um ente que precisa de constante revigoramento. Alimentos, água e ar. Luz, calor e frio. São necessidades propriamente biológicas. O ser completo, da criação, precisa também do intelecto, ou da alma, ou do sentimento, ou da racionalidade. O que se pode determinar como domínios do espírito. E esse espírito necessita igualmente de vigor. Seu aprimoramento depende de exercício constante dos bons pensamentos, das boas ações, da fomentação das virtudes. O perdão, a tolerância, o empenho em participar da vida dos outros, ajudando. Daí, o ideal: uma mente sã num corpo são, como ensina a sabedoria.
*João Marques dos Santos, natural de Garanhuns, onde sempre residiu, é poeta, contista, cronista e compositor. Teve diversas funções nas atividades culturais da cidade: foi Presidente da Academia de Letras de Garanhuns, durante 18 anos, Diretor de Cultura do Município e, atualmente, é presidente da Academia dos Amigos de Garanhuns - AMIGA. Compôs, letra e música, o Hino de Garanhuns. Mantém, desde 1995, o jornal de cultura O Século. Publicou quatro livros de poesia: Temas de Garanhuns, Partições do Silêncio, Messes do azul e Barro.
O sentido da vida
A vida é o mundo, pensa-se! Os acontecimentos vêm e passam. E a condução do tempo dá-nos a rotina. Estudar, casar, comprar uma casa, o emprego, o negócio, a viagem, a família, os amigos, a religião por tradição, e tudo que vai passando. Até que, na grande tarde, começa-se a pensar que a vida não é só isso. Não é apenas o mundo. Há de haver um sentido, uma finalidade mais sutil e verdadeira. E se busca dentro de si mesmo a resposta. E se abstrai o tempo, a idade, o próprio mundo que acontece... Não raro, se descobre que a vida verdadeira esteve todo os anos ao lado. Não a percebemos, ocupados com o mundo. E que, embora tardio, há ainda como se voltar para ela, valorizando o que não passa nem acaba. O que permanece em qualquer lugar e a qualquer tempo.
*João Marques dos Santos, natural de Garanhuns, onde sempre residiu, é poeta, contista, cronista e compositor. Teve diversas funções nas atividades culturais da cidade: foi Presidente da Academia de Letras de Garanhuns, durante 18 anos, Diretor de Cultura do Município e, atualmente, é presidente da Academia dos Amigos de Garanhuns - AMIGA. Compôs, letra e música, o Hino de Garanhuns. Mantém, desde 1995, o jornal de cultura O Século. Publicou quatro livros de poesia: Temas de Garanhuns, Partições do Silêncio, Messes do azul e Barro.
As lembranças
As lembranças participam do tempo presente. Ninguém deixa de lembrar e de sonhar. Tudo o que acontece fica guardado na mente, como um livro de muitas páginas. Lembrar mais ou lembrar menos, querer lembrar é condição de quem mais se importa com a vida, sem tirá-la do tempo passado. E é do equilíbrio humano pensar e lembrar do que foi... isso proporciona emoção e motivação para continuar vivendo. É de tal importância e significado lembrar, que me conforta saber que nunca acabarão as lembranças. Pode a mente se distanciar ou esquecer, mas guardará de alguma forma as imagens dos acontecimentos passados. Se não ficarem presentes no cérebro, não são apagadas da alma ou espírito. E, assim, as lembranças todas são vertidas para a existência eterna. Nada se acaba. O pensamento, ou a atividade mental são eternos. Ou de que se manteria o espírito vivo?
*João Marques dos Santos, natural de Garanhuns, onde sempre residiu, é poeta, contista, cronista e compositor. Teve diversas funções nas atividades culturais da cidade: foi Presidente da Academia de Letras de Garanhuns, durante 18 anos, Diretor de Cultura do Município e, atualmente, é presidente da Academia dos Amigos de Garanhuns - AMIGA. Compôs, letra e música, o Hino de Garanhuns. Mantém, desde 1995, o jornal de cultura O Século. Publicou quatro livros de poesia: Temas de Garanhuns, Partições do Silêncio, Messes do azul e Barro.
Quando...
Quando você estiver alegre, sorrindo com a vida, sorria por tudo... Saiba que vive um momento de bênção! Principalmente, em sua juventude. Lembre-se de que, no tempo, há os que choram as agruras da existência. Sorria, então, por você e por quem conhece ou não. Sorria, com a sua alegria de hoje, porque virá certamente o tempo de sua dor, também. No mundo, todos são passíveis das benesses e dos males. O dia de amanhã é desconhecido, e o tempo de sofrimento surpreende, sempre. Engano é se admitir que o que é indesejável acontece só com os outros. A prudência pode ajudar, mas não impede que possam acontecer males, nas mais intensas formas.
Portanto, quando estiver festivo com a vida, faça-o com sobriedade! Em algum lugar, com certeza, padecem pessoas como você, dos mesmos caracteres humanos, costumes e sentimentos. E saiba que a dor prevalece no planeta... Em certas pessoas, e em toda vida, pode dominarem os prazeres. Em outras, é a dor, em diversas formas. Contudo, a dor e a alegria são necessárias, para equilíbrio da vida. Na criação, tudo tem uma razão de ser. E tudo é em função da vida, em seu sentido pleno.
Salve, 1 de janeiro de 2024.
*João Marques dos Santos, natural de Garanhuns, onde sempre residiu, é poeta, contista, cronista e compositor. Teve diversas funções nas atividades culturais da cidade: foi Presidente da Academia de Letras de Garanhuns, durante 18 anos, Diretor de Cultura do Município e, atualmente, é presidente da Academia dos Amigos de Garanhuns - AMIGA. Compôs, letra e música, o Hino de Garanhuns. Mantém, desde 1995, o jornal de cultura O Século. Publicou quatro livros de poesia: Temas de Garanhuns, Partições do Silêncio, Messes do azul e Barro.
quarta-feira, 29 de abril de 2026
Passarinho aprisionado - Paulo de Melo
Produção Musical: Beto Viola e Deir
Composição: Paulo de Melo
Paulo Dácio de Melo é poeta, cantor, escritor, cronista, repentista e um defensor da natureza.
Tendo escrito seu primeiro livro poético intitulado “O Respaldo do Progresso" em 2017 . Paulo afirma com bom humor: “O segundo melhor livro do mundo, o primeiro é o do meu professor”. Em 2018 escreveu o segundo livro "Fragmentos" e gravou seu primeiro CD de poesias no mesmo período, também intitulado “Fragmentos”.
Paulo de Melo é proprietário de uma sementeira trabalhando com árvores frutíferas, a exemplo da jaca enxertada, Flores do Deserto, Sumaúma e Baobás, entre outras raridades. Seu objetivo é reflorestar e reparar os danos à natureza por conta do progresso e do mau uso das pessoas. Este tema é o que o inspira a construir suas poesias, crônicas e discursos literários.
Nasceu em Palmeirina, Pernambuco e se criou em Saloá ao lado de cachoeiras e matas. Teve também agregado em sua experiência de vida, passagens em outros estados do país e até mesmo no exterior.
domingo, 26 de abril de 2026
Os 200 Zé da Cidade de Lajedo - Pernambuco
sábado, 25 de abril de 2026
ÁLBUM DE ANCHIETA GUEIROS
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| Cristiane (prima), Anchieta e Montini |
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| Anchieta e Montini |
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| Ulisses Viana e Anchieta |
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| Anchieta e primos no Sítio Gameleira |
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| "Sem ódio e sem medo" - Anchieta e Montini, campanha de Marcos Freire ao Senado em 1974. Em pleno Regime Militar Freire vence o pleito para o Senado disputando contra o candidato do partido da repressão |
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| Capela do Colégio Diocesano de Garanhuns - Professora Maria Elisabete Miranda, Monsenhor Adelmar da Mota Valença, Montini e Anchieta. Celebração da Primeira Comunhão no ano 1978 |
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| Montini e Anchieta |
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| Montini e Anchieta |
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| Montini, Anchieta, Silene, Simone e Ulisses Viana (Pai) |
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| Anchieta e Marcos Antônio (Primo). Parque Ruber van der Linden (Pau Pombo) Garanhuns em 1978 |
Dia da Imprensa
João Marques | Garanhuns Imprensa são os olhos do mundo voltados para acompanhar a natureza e a convivência dos homens. Tivemos, no passado ...
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ASSOCIAÇÃO GARANHUENSE DE ATLETISMO (AGA) - Fundada graças a iniciativa de sete rapazes, com sede inicialmente na Rua Dr. José Mariano , c...
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Sítio Riacho Fundo, Iati - Pernambuco. Forró na casa de Pedro Gueiros de Barros "Tio Pedro" (1936-2024) em 2016. Da esquerda para ...
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Setembro de 2012 - Ulisses Viana (camisa social), Anchieta Gueiros (camiseta azul), Francisco de Assis Viana (camiseta branca), e Janaina Vi...


























































